Prometido é devido

No post d’O Pioneiro de Bolonha, contraí uma dívida para com a Ni, que consistia em deixar aqui um poema de agradecimento. Vim agora pagar a dívida, não numa de “que raio, detesto dever coisas” mas antes, numa de “ =) ”. És bué fixe, Ni!

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Divagar

Hoje li uma pequena obra literária genial que, por ser genial, me fez pensar e me levou a reflectir sobre a minha vida. Apercebi-me (já há muito, aliás) que o mundo funciona de uma maneira tal que nos deixamos perder tantas coisas, tantas partes de nós que julgaríamos essenciais quando as tínhamos, e conseguimos continuar a ser felizes. E, no fundo, se podemos ser felizes, não interessa realmente se as perdemos ou não. Embora seja sempre uma perda, dê por onde der.

(amanhã é a partida do Flávio, e eu vou obviamente estar lá. …ainda não fiz a minha. Será que alguma vez a farei?)

(descobri que o Nelson resolveu, quase com Direito no fim, tirar outro curso diferente do qual gosta mais. Mudou de vida e acho que invejo isso. Não porque queira ou precise de mudar também, estou muito bem como estou, mas porque é algo de que, se eu o tivesse feito, decerto me gabaria.)

(sinto falta de escrever da maneira que escrevia antes.)

Não quero que vos falte poesia, da boa!

Pedro…Deixaste de ser o único dos 3 da 6+1 a postar bela poesia. Obviamente que não é da minha autoria, se bem que me orgulharia se o fosse. Posso-vos adiantar que foi um mail que recebi e, como não gosto de mandar mails, posto o belo do poema aqui no blog. Quem quer lê, quem não quer (se conseguir resistir à tentação), não lê! Aqui vai disto!

Noite de Amor

Satânico é meu pensamento a teu respeito,

e ardente é meu desejo de apertar-te em minhas mãos,

Numa sede de vingança incontestável pelo que fizeste ontem.

A noite era quente e calma,

Eu estava em minha cama quando, sorrateiramente,

te aproximaste.

Encostaste teu corpo sem roupa no meu corpo nu,

sem o mínimo pudor.

Percebendo minha aparente indiferença,aconchegaste-te a mim

e mordeste-me sem escrúpulos

Até nos mínimos lugares.

Eu adormeci.

Hoje, quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente,

Mas em vão.

Deixaste no meu corpo e no lençol provas irrefutáveis

do que entre nós ocorreu durante a noite.

Esta noite recolho-me mais cedo para, na mesma cama,

Te esperar.

Quando chegares, quero agarrar-te com avidez.

Quero apertar-te com todas as forças de minhas mãos.

Não haverá parte do teu corpo em que meus dedos não passarão.

Só descansarei quando vir sair sangue quente do teu corpo.

Só assim, livrar-me-ei de ti…

Mosquito , filho da mãe!

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Contracorrente