Sol bolacha

Esta manhã quando me levantei o nevoeiro era densíssimo, e pensei que se a cidade estivesse totalmente submersa nele até podia dar umas fotos giras. já tinha saudades da máquina fotográfica e fantasiei em levá-la para o hospital, mas claro que quando saí de casa não a levei porque muito dificilmente a cidade iria realmente estar submersa em nevoeiro e o risco de danificar a máquina nas aulas era grande demais para compensar a probabilidade mínima de uma foto de jeito.

Eis que a menos de 50 metros de casa olho para a direita e vejo silhuetas de telhados ao longe a enquadrar na perfeição um Sol pálido como nunca atrás do nevoeiro, uma mera bolacha branca que quase  não constrastava com o cinzento claro do céu em redor… Bolas! Voltei a casa a correr, agarrei na bolsa da máquina, saí de novo a correr, e nos 2 minutos que demorei o Sol tornou-se intenso, brilhante e fulgurante. Ainda tentei a fotografia na mesma, consegui captar o Sol de forma quase parecida com o que tinha visto antes, mas para obter essa exposição tudo o resto ficou escuro e sem a cor que caracterizava aquele momento como tão invulgar.

Por isso, em vez dessa fotografia que correu mal deixo-vos aqui outra foto que encontrei esquecida no cartão da máquina fotográfica, tirada durante um jogo de Age of Empires III que o Valeriano me ganhou por uns bem merecidos 8 pontos… Foi um grande jogo!

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Erros no bloco

Toda a gente comete erros. Podemos sempre pensar que ah e tal com algum jeitinho e atenção até vamos lá, mas há coisas incontornáveis. Ontem cometi vários erros, decerto, como aliás toda a gente o terá feito, com mais ou menos repercussão, mas só reparei num, aparentemente inocente, mas de consequências bem óbvias e nefastas… No contexto em que se inseriu, claro está (para quem ainda não tenha percebido, esse contexto foi o bloco. O torneio, não o operatório).

Fiquei tão frustrado que, apesar de me obrigar a aceitar o erro que cometi, não deixei de exprimir o quão frustrado me senti, e de contar o erro a toda a gente. Várias vezes. Para aliviar a frustração. Passei uma boa parte da noite a descrever aquele erro a toda a gente que o pudesse entender, e acabei por me afeiçoar a ele. Tornou-se, portanto, inevitável que eu o venha aqui contar.

Começo por explicar a situação em que o dito erro surgiu: Havia 10 participantes no torneio, estávamos na 2ª de 4 rondas. Eu empatara a primeira ronda por 1-1, e esta, contra o António com um deck com mecânica de Doran, estava também 1-1, com o terceiro jogo a decorrer e 15 minutos para o fim. Se eu ganhasse, ainda tinha hipóteses de um segundo ou terceiro lugar. O Mário tinha arrancado muito bem, com um exército de Harbingers aliados ao Doran a bater-me com força. Consegui neutralizar-lhe dois Dorans com Rings e inverter o jogo, com alguma mistura de sorte e habilidade, e 4 pontinhos de vida. Quando o erro aconteceu, eu tinha um Unstoppable Ash num Harbinger, um Leaf-Crowned Elder, um Thorntooth Witch e um Doran na mesa. Ele tinha só um Garruk com 2 counters na mesa e nada na mão. Estava a atacar para 4 de dano e ele diz que passam e vai buscar o papel para apontar. Ainda tenho um relampejo do Garruk no pensamento e quis dar o dano ao bicho, mas ele já estava a apontar a vida no papel. Pensei que mal me vai fazer um Garruk quando ele não tem bichos na mesa? Pois descobri que a resposta é “muito”, quando ele top-decka um Profane Command e usa o Garruk para conseguir a mana que precisava para o conseguir jogar. Pimbas, perco 5 de vida e com isso um jogo que já pensava ser meu e a hipótese de uma classificação vistosa. Frustrante, não é?

Mas aprendi.

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Mikarros

Qual é o único jogo que o Chuck Norris não ganha? É o Mikado, porque os paus tremem todos só de ele se aproximar.

Depois de jantar

Quarta à noite comemos aquele enorme frango que o Nobre trouxe. No forno, com batatas e arroz. E depois de jantar, a noite continuou. Vimos um filme na sala, jogámos na Wii, ao jeito que a Nintendo quer transmitir às famílias: acompanhados, alegres e enérgicos. Depois fomos jogar Carcassonne, e acabámos a noite com duas partidas de Perudo acompanhadas de panquecas. Ou crepes, não tenho bem a certeza.

Qual jantares e convívios! Esta foi uma noite amena, simpática, com jogos, conversa e sorrisos: mesmo ao jeito que eu gosto.

Agora tomem lá fotos:

Warhammer 40K

Anteontem à noite eu, o Nobre e o Nutarros fomos visitar o nosso vizinho de cima, o Tiago, para eles experimentarem jogar uma partidinha de Warhammer 40K, no espírito de explorar um jogo novo e ver se é giro. É mesmo, reparem:

Foi uma experiência gira, provavelmente a repetir, que achámos que não podia deixar de aparecer aqui no blog, que afinal serve o propósito de partilhar as experiências que vamos vivendo cá em casa.