O Miguel é excepcionencial

Apresento-vos o Miguel. O único do género; capaz de elevar a sua própria fasquia.

Referência: Comentário in “20 de Maio”

“Albert, who is this Miguel creature? Find what kind of food it eats.. i shall hunt one!”

Nem resposta

Bem, em sequência do post “sem pressões”, já lá vão mais de 8 dias, chego à conclusão que pelos vistos, e como a experiência já me fazia desconfiar, o Nobre e o Nutarros não se querem dar ao trabalho de vos contar a sua mui engraçada aventura à margem do mundo da droga. E como este caso meramente exemplifica, é isso que costuma sempre acontecer: eles não se quererem dar ao trabalho de vos contar nada.

Mas sabiam que a ideia de fazer um blog para contar as aventuras cá da casa partiu do Nobre? Ele é que inicialmente nos veio dizer, todo entusiasmado, que podíamos empreender tal projecto. Eu, desconfiado como sempre fui em relação a blogs torci o nariz e duvidei se nos iríamos conseguir manter fiéis a ele, actualizando com a regularidade que um blog pede e assim, e desaconselhei que nos metessemos nesse trabalho. Mas o Nutarros, entusiasmado também com a ideia, puxou a brasa à sardinha e eu lá acedi e aceitei.

É, portanto, irónico, que o Nobre tenha escrito apenas 3 míseras vezes durante os 5 meses de existência que este blog já carrega, embora o Nutarros, felizmente, tenha participado um pouco mais. Ainda assim, e face ao “sem pressões”, torna-se inevitável que eu acabe por me sentir sozinho – e deserdado – neste projecto que deveria ser um caminho de partilha a 3.

Começo a pensar que se isto continua assim, eu entretanto ensaio um golpe de estado e proclamo este blog como sendo meu por direito, não mais o blog da casa, e assim fico na minha e deixo de me sentir a lutar contra a corrente de inércia daqueles dois que se apõem a um compromisso e depois viram costas.

Sem pressões

Aconteceu uma coisa gira ao Nutarros e ao Nobre no outro dia, e eles disseram que iam falar disso aqui no blog. Mas ainda não falaram. E como, por experiência, sei que eles costumam adiar essas coisas até acharem que já não vale a pena, e é um bocado chato sentir-me meio sozinho num blog que supostamente serve para TODOS contarmos as desventuras cá de casa, resolvi vir puxar a brasa à minha sardinha.

Agora ficamos todos à espera.

Mikarros

Qual é o único jogo que o Chuck Norris não ganha? É o Mikado, porque os paus tremem todos só de ele se aproximar.

Ani*al

O Pedro às vezes escreve coisas mesmo parvas. Olhem esta:

” Aníbal

Às vezes, pelo simples prazer de pensar, em contraste a uma mente em branco, só mesmo para manter a mente ocupada, dou por mim a seguir linhas de raciocínio absurdas. Vou naquela do palavra puxa palavras, ideia puxa ideia, e começando a pensar em, digamos, cebolada, acabo por surpreender-me a pensar em, digamos, alfaiates, sem saber como lá cheguei (reparem que cebolada e alfaiates são exemplos meramente ilustrativos – não me lembro de alguma vez ter assim discorrido sobre eles). E depois, continuo a pensar e vou aterrando em mais conceitos totalmente estranhos, até que algo me interrompa. Ainda assim, e apesar de tão fútil como tantos outros entretens, gosto deste que é o pensar.
Também imagino frequentemente o desenrolar de conversas hipotéticas em situações que até poderiam ter acontecido, e sigo na minha cabeça os diversos rumos possíveis que essas conversas eventualmente levariam, até descobrir as formas perfeitas de retorquir para todas essas situações em que provavelmente nunca me encontrarei.
Outras vezes, fico-me pelas próprias palavras, sem sequer aprofundar ao que realmente jaz na sua significância, porque fazer trocadilhos, só porque sim, até é giro. Por exemplo, imaginem um cão, ou um coelho, ou um murganho. Tudo exemplos de um animal simpático, fofinho, agradável. Então, porquê chamar-lhe animal? Para reflectir a sua natureza, mais depressa lhes chamaria anibem que animal. A não ser que os haja muitos. Se em vez de ter apenas um bicho eu tiver mais, então lá está, tenho mais. Não faria sentido chamar-lhes animenos.

Pedro Silva
04/03/2008
03:24″

O meu comentário:

Albert, suicide me, please.

O Bábá saiu do armário.

Pois é amigos, o nosso companheiro (se bem que agora tenho medo de o classificar nestes termos) saiu do armário. Era demasiada a pressão e stresse que ele enfrentava no seu dia-a-dia desde a sua pré-infância. As pessoas não o olhavam de lado, mas por trás. No fundo a culpa não é verdadeiramente dele, mas do mundo em que viveu. Como tal, em nome da honestidade para consigo mesmo, e almejando tornar-se um exemplo, é de louvar a iniciativa que documentamos de seguida:

ANTES:

DEPOIS:

Admitam lá que este lencinho não o favorece…

OMFG hacker lagger camper n00b!!!!!

O Nutarros é OMFG, FTW!

(E ainda fez melhor depois disto, mas não tenho printscreens mais avançados. Ele tem de certeza, o gabarolas, e fica desde já autorizado para editar este post e mostrar o melhor.)