Divagar

Hoje li uma pequena obra literária genial que, por ser genial, me fez pensar e me levou a reflectir sobre a minha vida. Apercebi-me (já há muito, aliás) que o mundo funciona de uma maneira tal que nos deixamos perder tantas coisas, tantas partes de nós que julgaríamos essenciais quando as tínhamos, e conseguimos continuar a ser felizes. E, no fundo, se podemos ser felizes, não interessa realmente se as perdemos ou não. Embora seja sempre uma perda, dê por onde der.

(amanhã é a partida do Flávio, e eu vou obviamente estar lá. …ainda não fiz a minha. Será que alguma vez a farei?)

(descobri que o Nelson resolveu, quase com Direito no fim, tirar outro curso diferente do qual gosta mais. Mudou de vida e acho que invejo isso. Não porque queira ou precise de mudar também, estou muito bem como estou, mas porque é algo de que, se eu o tivesse feito, decerto me gabaria.)

(sinto falta de escrever da maneira que escrevia antes.)

Edital

Venho por este meio tornar meio oficial (oficioso?) que um dia destes, se me der na gana, vou mesmo mesmo fazer aquilo do NaNoWriMo.

E talvez ainda volte a postar no blog, se calhar. Porventura.

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