Geocaching

Lá estou eu outra vez a falar de coisas que não são aquelas a que o blog originalmente se propôs, mas como aparentemente vocês que nos lêem gostam de conteúdo novo, e isto até tem eventual potencial de se tornar um tópico recorrente, fico com a consciência tranquila.

Para quem não sabe o que é geocaching, deixem-me que comece por vos dizer: Azar o vosso. Procurem.

Para quem sabe o que é o geocaching, assim como para quem procurou, só tenho a dizer que foi uma manhã bestial. Já tinha encontrado 3 caches antes sem GPS, mas todas acompanhado por quem sabia ou com ajuda, por isso esta foi praticamente como uma primeira vez. Comecei por ir à procura no Pombal do Rei e o GPS automóvel que a minha irmã me emprestou conseguiu levar-me exactamente ao sítio onde ela estava, foi fácil encontrá-la com dois minutinhos a procurar. Todo orgulhoso, fiz-me à cache do Ponto Novo e andei lá feito n00b durante meia hora ou mais, vasculhei lixo até dizer chega, e consegui não encontrar nada. Desisti, engatei para S. Pedro e fui procurar a cache PC14 – Terrinha Encantadora, onde mais uma vez andei feito barata tonta a procurar à toa sem ter o mínimo olho para o tipo de local onde deveria esperar encontrar uma cache. Aprendi o que é falta de experiência e perspicácia, e também a coordenada desviada uns metros, porque só depois de ir ao Café Central pedir ao Anthony umas dicas muito específicas é que a encontrei. Num instante. (haja saber procurar!)

Aproveitei a proximidade para, logo ali ao lado, ir procurar a cache PC13 – Sem Comentários II, mas havia movimento nas redondezas e, não querendo chamar a atenção, fui embora.

No caminho de regresso tinha planeado ainda fazer a cache da Ponte do P e a do Vale da Felícia, mas como o caminho passava outra vez pelo Ponto Novo, regressei lá para ir ver o primeiro ponto da multi-cache, que o Toni gentilmente me tinha indicado, e que é mesmo mesmo ao pé de onde andei a escarafunchar quando lá passei a primeira vez sem ter visto nada. As coordenadas da cache final significaram uma descida radical pelo monte abaixo para depois ver que o GPS não estava muito orientado com o local exacto da cache, e eu também não estava bem equipado para explorar, pois corria o risco de me aleijar ou, pelo menos, sujar à séria. Pela segunda vez no mesmo dia desisti da cache e segui rumo à Ponte do P. Esta, foi um mimo. Cheguei lá e parecia que tinha um íman (a cache, curiosamente, tinha 3): fui lá direitinho, e TNLNSL.

Foi uma manhã muito fixe, em que transpirei copiosamente, sujei-me todo, arranjei uns arranhões e redobrei o interesse pela coisa. Aconselho vivamente a todos! Talvez entretanto seja louco o suficiente para comprar um GPS. Se o fizer, começo a vir aqui contar aventuras mais vezes.

Mais info em www.geocaching.com e para quem quer perceber o que se passou na Ponte do P, Geolex

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2 Respostas to “Geocaching”

  1. cash Says:

    filho da mae anda por aí a passear como um menino e nós aqui enfiados em imagiologias e propedeuticas… e com piores notas!!

    um dia enterro-te e fasso das tuas ossadas um geocaching, eh o k eh…

    abc

  2. Pi Says:

    lol, isso fez-me lembrar aquela bela tarde em que puseste os caloiros todos esfalfados a percorrer a vegetação do penedo da saudade… e não encontraram nada =P
    E devo concordar com o sr cash… não é justo, eu também quero passear….


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